Por que acreditar na retomada do mercado imobiliário?

O mercado imobiliário projeta crescimento nos negócios e você tem bons motivos para acreditar na retomada do setor. Na verdade, 5 bons motivos. Prepare-se para conhecer um a um e entenda o porquê dessa enorme onda de confiança que vem contagiando especialistas, consumidores e empresários – inclusive, a Ecap Engenharia.

Números do 1º trimestre

Os números consolidados referentes ao 1º trimestre são indicadores de que o setor imobiliário teve melhor desempenho em relação ao mesmo período do ano passado (2018). Segundo os dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos aumentaram em 4,2% e as vendas, em 9,7% (considerando as 24 regiões monitoradas pela instituição).

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgou crescimentos de 23,9% para lançamentos e 1,9% para vendas de novas unidades. E os financiamentos imobiliários com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) somaram R$ 5,77 bilhões em abril.

Mais investimentos em FII

Eis outra grande notícia: os fundos de investimento imobiliário (FII) têm ganhado cada vez mais espaço no hall de aplicações dos brasileiros, especialmente com maior apelo para pessoas físicas. Com isso, há mais dinheiro sob o controle dos gestores e mais recursos aplicados no setor.

Em novembro do ano passado, por exemplo, o número de investidores já era considerado um recorde histórico: 193 mil. Agora, em 2019, já são 341 mil investidores, conforme o boletim de maio divulgado pela B3. Em outras palavras, aumento de 76% em seis meses, com a tendência de manter a alta.

Inovação tecnológica

O Acordo Mercosul-EU, celebrado pelo presidente Bolsonaro após 20 anos de tentativas e insucessos, também beneficia o setor da construção, ainda que indiretamente.

Isso por que, com o acordo entre os 2 blocos, ficará mais barato e menos burocrático importar tecnologias. Consequentemente, é provável que a competitividade aumente, com novos participantes no segmento, o que irá forçar as empresas a se modernizarem mais rapidamente. Dessa forma, todo o setor imobiliário ganha com mais modernização.

Reforma da Previdência

Com o andamento da Reforma da Previdência, proposta pelo ministro da Economia Paulo Guedes, as perspectivas não poderiam ser melhores. Inclusive, para o setor da construção. Profissionais do segmento apostam até em um segundo semestre mais eficiente, com participação mais ativa de consumidores com maior poder aquisitivo.

A Nova Previdência é fundamental para o equilíbrio das contas públicas e proporciona mais investimentos, mais recursos. Como a habitação é um dos setores vitais da economia brasileira, a expectativa é de que os investidores tenham mais segurança e o mercado imobiliário, mais dinheiro.

Redução da taxa básica de juros

Além do saneamento de contas públicas previsto em função da reforma da Previdência, a redução da taxa básica de juros (Selic) é outra boa razão para confiar no aquecimento do setor imobiliário. Essa redução permitirá a queda de taxas do crédito imobiliário, assim como a diversificação dos instrumentos de financiamento.

Há quem preveja a possibilidade de o mercado dobrar de tamanho em dez anos, em função da redução dos juros de financiamento e de uma maior estabilidade macroeconômica daqui em diante, podendo até sair do patamar de 600 mil imóveis produzidos por ano e alcançar a marca de mais de 1 milhão por ano.

Sem dúvida nenhuma, estes 5 fatores mencionados acima indicam o ambiente favorável do mercado imobiliário, que merece a atenção de todos os players envolvidos. Fique atento e aproveite!

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